29 de janeiro de 2026




NOTÍCIAS - Especial



26 de setembro de 2025

Inteligência Artificial na indústria: quem é o chefe aqui?

Em artigo publicado na Revista SLTCaucho, o consultor e fundador da FALK AI, Federico Lix Klett, provoca o setor a refletir sobre os limites e responsabilidades no uso da tecnologia.


A inteligência artificial (IA) chegou à indústria com a força de um tsunami. Se, por um lado, oferece ganhos expressivos em eficiência e produtividade, por outro levanta uma questão central: qual deve ser o papel humano nesse cenário?

Em artigo publicado na Revista SLTCaucho (edição de agosto de 2025), o consultor e fundador da FALK AI, Federico Lix Klett, provoca o setor a refletir sobre os limites e responsabilidades no uso da tecnologia. Segundo ele, a discussão já não é mais se vamos usar IA, mas sim quem é o chefe nessa relação.

Homo Augmentus: tecnologia para potencializar, não substituir

Klett defende a ideia da “Era da Humanidade Aumentada” (EHA), em que a tecnologia deve ser vista como ferramenta de ampliação de nossas capacidades. “A IA não vem para nos anular, mas para nos potencializar”, escreve. Nesse contexto, o ser humano evolui de Homo Sapiens para Homo Augmentus, com intelecto e habilidades ampliadas pelas ferramentas digitais.

O autor destaca que o grande valor da IA está em assumir tarefas repetitivas, liberando os profissionais para atividades estratégicas e criativas, como:

  • pensar o futuro das empresas;

  • fomentar inovação genuína;

  • fortalecer relações humanas;

  • e, sobretudo, manter o prazer pelo ofício.

A responsabilidade não é da máquina

Para Klett, o termo “inteligência artificial” é mais um conceito de marketing do que uma descrição fiel da tecnologia. Algoritmos não têm consciência, intenções ou valores – são apenas ferramentas poderosas de cálculo.

“Quando começamos a delegar não apenas tarefas, mas também decisões e responsabilidades, entramos em um terreno perigoso”, alerta. A responsabilidade final por qualquer erro, desastre ou prejuízo causado por recomendações algorítmicas continuará sendo humana.

Ética como bússola

O artigo enfatiza que a ética deve servir como guia para o uso da IA na indústria, e não como freio. O essencial é que empresas de todos os portes façam as perguntas certas antes de adotar a tecnologia:

  • Para que queremos usar a IA?

  • Quais decisões podem ou não ser delegadas?

  • Nossa equipe entende a ferramenta ou a enxerga como uma “caixa mágica”?

Investir em pensamento crítico e na capacitação de pessoas é, segundo Klett, a aposta mais segura. “O futuro da nossa indústria não depende de quão ‘inteligente’ seja a IA, mas de quão humanos, responsáveis e sábios formos ao usá-la.”

A inteligência artificial (IA) chegou à indústria com a força de um tsunami. Se, por um lado, oferece ganhos expressivos em eficiência e produtividade, por outro levanta uma questão central: qual deve ser o papel humano nesse cenário?

Em artigo publicado na Revista SLTCaucho (edição de agosto de 2025), o consultor e fundador da FALK AI, Federico Lix Klett, provoca o setor a refletir sobre os limites e responsabilidades no uso da tecnologia. Segundo ele, a discussão já não é mais se vamos usar IA, mas sim quem é o chefe nessa relação.

Homo Augmentus: tecnologia para potencializar, não substituir

Klett defende a ideia da “Era da Humanidade Aumentada” (EHA), em que a tecnologia deve ser vista como ferramenta de ampliação de nossas capacidades. “A IA não vem para nos anular, mas para nos potencializar”, escreve. Nesse contexto, o ser humano evolui de Homo Sapiens para Homo Augmentus, com intelecto e habilidades ampliadas pelas ferramentas digitais.

O autor destaca que o grande valor da IA está em assumir tarefas repetitivas, liberando os profissionais para atividades estratégicas e criativas, como:

  • pensar o futuro das empresas;

  • fomentar inovação genuína;

  • fortalecer relações humanas;

  • e, sobretudo, manter o prazer pelo ofício.

A responsabilidade não é da máquina

Para Klett, o termo “inteligência artificial” é mais um conceito de marketing do que uma descrição fiel da tecnologia. Algoritmos não têm consciência, intenções ou valores – são apenas ferramentas poderosas de cálculo.

“Quando começamos a delegar não apenas tarefas, mas também decisões e responsabilidades, entramos em um terreno perigoso”, alerta. A responsabilidade final por qualquer erro, desastre ou prejuízo causado por recomendações algorítmicas continuará sendo humana.

Ética como bússola

O artigo enfatiza que a ética deve servir como guia para o uso da IA na indústria, e não como freio. O essencial é que empresas de todos os portes façam as perguntas certas antes de adotar a tecnologia:

  • Para que queremos usar a IA?

  • Quais decisões podem ou não ser delegadas?

  • Nossa equipe entende a ferramenta ou a enxerga como uma “caixa mágica”?

Investir em pensamento crítico e na capacitação de pessoas é, segundo Klett, a aposta mais segura. “O futuro da nossa indústria não depende de quão ‘inteligente’ seja a IA, mas de quão humanos, responsáveis e sábios formos ao usá-la.”



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