8 de abril de 2026
Na próxima semana, São Paulo volta a se tornar o principal ponto de convergência da logística na América Latina.
De 14 a 16 de abril, o Distrito Anhembi recebe a 30ª edição da Intermodal South America, reunindo mais de 500 marcas expositoras em um ambiente que, ano após ano, funciona como um verdadeiro radar do setor — daqueles que não apenas mostram o presente, mas ajudam a desenhar o que vem pela frente.
Mais do que uma feira, a Intermodal se consolidou como um espaço onde a cadeia se reconhece, se reposiciona e, principalmente, se antecipa.
A edição de 2026 chega em um momento em que a logística opera sob pressão crescente: prazos mais curtos, custos mais apertados, maior exigência por eficiência e uma cadeia de suprimentos cada vez mais interdependente.
Nesse cenário, o que se vê na Intermodal não são apenas soluções isoladas, mas movimentos claros de integração.
Empresas retornam ao evento com propostas que conectam modais, dados e operações em tempo real, refletindo uma mudança estrutural no setor. A logística deixa de ser apenas execução para assumir um papel mais estratégico dentro das operações industriais e comerciais.
Outro eixo que se fortalece nesta edição é o uso intensivo de tecnologia para garantir eficiência operacional.
A padronização de processos, o uso de sistemas integrados e a disponibilidade de dados em tempo real deixam de ser diferenciais e passam a ser pré-requisitos. Monitoramento de cargas, rastreabilidade e integração entre modais já fazem parte do cotidiano das operações mais estruturadas.
Esse movimento indica uma logística cada vez menos reativa e mais orientada por dados — capaz de antecipar problemas, otimizar rotas e reduzir custos com maior previsibilidade.
A Intermodal 2026 também marca o retorno de importantes empresas do setor, como SAAM Towage, Enterprise Logistics e Movecta, além de companhias internacionais, especialmente da China e de países da América do Sul.
Esse cenário reforça o caráter global do evento e evidencia o papel estratégico do Brasil dentro das rotas logísticas regionais e internacionais.
Ao mesmo tempo, amplia o nível de competitividade e traz novas referências operacionais para o mercado local.
Para o setor de transporte rodoviário — e, por consequência, para a cadeia da reforma de pneus — os sinais são claros.
Uma logística mais integrada e eficiente exige ativos mais confiáveis, previsíveis e duráveis. E isso passa diretamente pela qualidade dos pneus em operação e pela capacidade de prolongar seu ciclo de vida com segurança e desempenho.
Em um ambiente em que tempo é custo e falha é prejuízo imediato, a recapagem se conecta diretamente com essa lógica: reduzir paradas, otimizar o uso dos ativos e aumentar a eficiência operacional das frotas.
A Intermodal, nesse sentido, não fala apenas de logística.
Ela fala de toda a cadeia que sustenta essa logística.
Ao reunir diferentes elos — do transporte à tecnologia, do comércio exterior à intralogística —, a Intermodal South America segue cumprindo um papel central: traduzir, em tempo real, os movimentos de um setor em transformação.
E, para quem atua nesse ecossistema, acompanhar essas mudanças deixou de ser diferencial.
Passou a ser parte da estratégia.
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