13 de janeiro de 2026
O Índice ABCR referente a dezembro de 2025 avançou 0,5% na comparação dessazonalizada com novembro. O índice que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas é construído pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias juntamente com a Tendências Consultoria. Na comparação dessazonalizada, o resultado refletiu a alta de 0,5% em leves, apesar da queda de 3,5% nos veículos pesados.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, o índice total avançou 3,6%, impulsionado pela alta de 3,4% no fluxo de veículos leves e de 4,3% do segmento de pesados.
Em 2025, o índice total avançou 2,5%, fruto do aumento de 2,6% no fluxo de veículos leves e de 2,3% no de pesados.
“Em 2025, o índice total cresceu 2,5%, impulsionado por avanços de 2,6% no fluxo de veículos leves e 2,3% nos pesados. O resultado refletiu o dinamismo do mercado de trabalho, que aumentou os deslocamentos diários e fortaleceu a renda das famílias, sustentando viagens a passeio. No segmento pesado, a expansão do e-commerce, a maior demanda por serviços logísticos e o bom
desempenho da produção agropecuária foram fatores decisivos para manter o crescimento ao longo do ano.”, comentam os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert.
“Em dezembro, os veículos leves atingiram o maior patamar histórico da série dessazonalizada, enquanto os pesados registraram a segunda queda consecutiva após o pico em outubro, influenciados pelo efeito calendário com menos dias úteis. Para 2026, a conjuntura macroeconômica indica desafios como crédito restrito, inadimplência elevada e juros altos, que devem limitar o consumo e reduzir a demanda por bens industriais, afetando o transporte pesado.
Ainda assim, medidas governamentais, como a reforma do IRPF e programas de estímulo, podem sustentar parte da demanda por viagens e oferecer alguma resiliência ao segmento de veículos comerciais.”, pontuam.
Antonio Tulio Jou Inchausti assume o cargo de CEO da companhia, sucedendo os atuais co-CEOs Lucas Möller e Francisco Möller.
Apenas 7 setores encerraram o ano com confiança; entre os recortes por porte e por região, somente Norte e Nordeste estão otimistas
Publicação do acórdão consolida julgamento do RE 1.387.795 e dá repercussão geral a tese apoiada pela CNT
ABR - 11 99299-4340